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sábado, janeiro 19, 2008

Y AHORA QUE?


Me llaman calle, pisando baldosa

la revoltosa y tan perdida

me llaman calle, hoy tan cansada,

hoy tan vacía

Agora estou morta, daqui a uns dias eu volto a viver.

Mas eu me lembrei, o intante-já eu consigo com os vaga-lumes.

São praticamente a outra coisa - além daquela - como fagulhas no meu espírito.

Os vaga-lumes me impressionam.

Eu não me importo se eu respondo pelos

crimes que cometi há anos e não me arrependi.

Qu'est ce que tu veux de moi?

Tu no tienes la culpa,

lágrimas de oro.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente.

Distante y dolorosa como si hubieras muerto.

Una palabra entonces, una sonrisa bastan.

Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.

Cada dia es un dia

Y un volver a nacer.

[De cima para baixo, em espanhol: M. Chao - ME LLAMAN CALLE, A COSA, LÁGRIMAS DE ORO e NERUDA- 20 POEMAS DE AMOR, M. Chao - Ahora que?]

quarta-feira, agosto 01, 2007

Um e Outro

Na polarização inerente
a um e outro
O muro se apresenta
como condição necessária
para a garantia de aproximação
mas a pedra do muro
Não garante a permanência
Ela não está posta
Portanto, pode ser retirada*.



*Entendo por não estar "posto" algo que está sendo construído [sempre em relação a algo], não definitivo e que, portanto, pode ser retirado.