quinta-feira, novembro 29, 2007

Relatos Sorrateiros




























[De cima para baixo: Parada LGBT, calle Florida, Bellas Artes, Puerto Madero y calle Bolivar en San Telmo]

Por que se chamava moço,
também se chamava estrada,
viagem de ventania..

domingo, novembro 11, 2007

Fui ser feliz e jà volto

¨Há tanta alegria adiada abafada, quem dera gritar
To me guardando pra quando o carnaval chegar.¨
(Chico Buarque)
E näo é que chegou..

sábado, novembro 03, 2007

Aprender pra dizer a mesma coisa*

"Sabe, gente.É tanta coisa pra gente saber."
[Preciso aprender a só ser - ouvi Gil cantando, recomendo]

Mais um encontrado e contemplado num lugar escuro como esse, o escuro é sempre convidativo para se deixar emergir a emergência, nãe emudecer gritos ou aprisionar gestos:

"Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado. Ninguém sabe mexer na minha confusão. É o meu ponto de vista, não aceito turistas. Meu mundo tá fechado pra visitação. Eu corto os meus dobrados, acerto os meus pecados. Ninguém pergunta mais... depois que eu já paguei. Eu vejo o filme em pausas, eu imagino casas. Depois eu já nem lembro do que eu desenhei."

*Ou simplesmente, sim.

segunda-feira, outubro 29, 2007


O Beijo - Gustav Klimt, 1907-8
Österreichische Galerie, Vienna

sexta-feira, outubro 26, 2007

PIQUENIQUE NO FRONT

Mais uma experiência teatral, peça de Fernando Arrabal dirigida por nossa querida Adriana Oliveira.
Novamente em novembro..

Foto: Marcos Teischmann

quinta-feira, outubro 11, 2007

Pontos de fuga, linhas quebradas



Nosferatu, de F. Murnau.



O Gabinete do Dr. Caligari, de Robert Weine.

Shadows and Fog, baseado na peça de Woody Allen.

NÃO É QUE EU ACHE QUE O MUNDO TENHA SALVAÇÃO

Me dê um beijo, meu amor
Só eu vejo o mundo com meus olhos
Me dê um beijo, meu amor
Hoje eu tenho cem anos, hoje eu tenho cem anos


E meu coração bate como um pandeiro num samba dobrado
Vou pisando asfalto entre os automóveis
Mesmo o mais sozinho nunca fica só
Sempre haverá um idiota ao redor


Me dê um beijo, meu amor
Os sinais estão fechados
E trago no bolso uns trocados pro café


E o futuro se anuncia num out-door luminoso
Luminoso o futuro se anuncia num out-door


Há tantos reclames pelo céu
Quase tanto quanto nuvens
Um homem grave vende risos
A voz da noite se insinua
E aquele filme não sai da minha cabeça
E aquele filme não sai da minha cabeça


Rumino versos de um velho bardo
Parece fome o que eu sinto
Eu sinto como se eu seguisse os meus sapatos por aí
Eu sinto como se eu seguisse os meus sapatos por aí


Há alguns dias atrás vendi minha alma a um velho apache
Não é que eu ache que o mundo tenha salvação


Mas como diria o intrépido cowboy, fitando o bandido indócil
A alma é o segredo, a alma é o segredo
A alma é o segredo do negócio



Oswaldo Goeldi

[Balada do Asfalto. Zeca Baleiro, Baladas de Asfalto.]